quarta-feira, 25 de setembro de 2013

29 + 1

Durante os últimos cinco anos, a chegada deste dia me torturou mais do que qualquer coisa neste mundo... Mas, ele chegou! E lá se vão trinta anos e uma coisa é inegável: Pelo nosso ordenamento jurídico, já tenho idade para ser Governador de Estado [Ricardo Coutinho que se cuide]. Brincadeiras a parte, contam-se nos dedos as vantagens relevantes do marco, mas quem se importa? O movimento nos mantém vivos e, se não é o movimento esperado, é – ao menos – movimento! Somos movidos por visões e, se não são as visões sonhadas, são – ao menos – visões...
Já assisti a duas mudanças de Papa; um processo de impeachment de um presidente; um golpe militar; três guerras e alguns atentados terroristas; vi o ciberespaço evoluir; tive empregos agradáveis, outros nem tanto; tive boas namoradas, outras nem merecem a citação... Vi amigos íntegros morrerem injustiçados; mas vi, também, a punição de criminosos.
Vivi histórias. Ah, e que histórias! Algumas curtas, outras nem tanto; mas todas intensas... E não falo, somente, de romances. Falo de viajar com uma turma de desconhecidos e voltar como amigos de infância, falo de tomar banho de chuva de madrugada somente por que deu vontade, falo – enfim – de coisas que me arrependeria se, ao longo destes trinta anos, não tivesse vivido.
Fiz muitos amigos, rompi elos dados como indestrutíveis, desisti de sonhos redentores, construí outros tantos menores, desisti de alguns amores e, nestes anos, desenvolvi a capacidade de me desconstruir, para me reinventar em um molde melhor.
Talvez a melhor coisa que tenha me ocorrido neste tempo foi a consciência da necessidade de aprender [com o Lord Inglês, mas também com o caboclo do pé da serra]. Enfim, chego aos trinta anos ainda assustado com o marco, talvez, por tudo que eu havia projetado para ele; mas com a certeza de que, por tudo que vivi, a vida foi e tem sido muito generosa comigo. Houve uma senhorita que me disse, certa feita, que "30 é a idade do sucesso", aguardemos, pois!


Aos inimigos: “Cheguei... Rá”! E, aos amigos, desculpem-me a rutilância de algumas ocasiões, é a minha ânsia por resultados, celebremos juntos!

2 comentários:

Anônimo disse...

O Cardeal esqueceu de citar o quanto tira onda com os que te amam! Essa é a melhor parte, esta o torna inesquecível, pois "tudo" lembra esse moleque do bem que você é. Amo demais e agradeço a Deus por sua vida.
Com estima a admiração:
Carl

André Macedo disse...

seu Karl é com "K"... Valeu por tudo!