sábado, 13 de fevereiro de 2010

A+

Meu sangue é A+, agora esta afirmação parece fácil. Mas nem sempre foi desta maneira. Nove horas da manhã: Estou no Shopping Cirne Center aguardando a minha namorada, a qual, uma vez chegando, me acompanhou ao laboratório, chegando lá, pegamos nossa ficha e sentamos até que a mesma aparecesse no painel. Estava com certa coragem até que uma criança, no colo da mãe, iniciou seu espetáculo lacrimal (musicado com seus gritos de: "quero tirar não mãe", que eram cada vez mais constantes) até que a enfermeira apareceu na porta e disse:

- André Luis

Congelei! Mas em fração de segundos o menino e a mãe se dirigiram ao local da coleta (Aquele com o choro ainda mais escandaloso). Passei a invejar o pequeno André, ao menos o sofrimento dele estava por se acabar, ao menos ele podia gritar de medo sem ser censurado pelo olhar coletivo... Ficha 193 – Chegando no balcão sou informado de que o valor que a enfermeira me dera no dia anterior era apenas metade do exame, sai de lá indignado e fomos para casa almoçar. De lá telefonei para o laboratório Centro de Diagnóstico, onde fui informado do valor do exame e que não fechava para almoço. Não deu outra, 12:30 estávamos lá.
Em menos de quinze minutos fizemos minha ficha e tirei o sangue, não perdi o medo de tirar sangue, mas, resta o consolo de que nunca mais o farei com esta finalidade.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Tipo sanguíneo (medo de seringa)

Havia duas pendências que eu precisava resolver até a sexta-feira, uma delas era abrir uma conta corrente, outra era descobrir meu tipo sanguíneo. A segunda atividade é com certeza a mais simples, pagando uma taxa que varia de R$ 8,00 á R$ 15,00 se tem o resultado em aproximadamente uma hora. Seria mamão com açúcar se eu não tivesse problema algum com agulhas. Isso mesmo, tenho aversão a agulhas, injeções e aparatos do mesmo grupo. Tive notícia de um exame dessa natureza no qual somente um pequeno furo no dedo seria suficiente para obter o resultado, pena que, dentro de minhas posses geográficas e financeiras, só disponho da boa e velha seringa.
Abri a conta hoje com todas as vantagens que se possa imaginar, mas... tenho até as 15:00h de amanhã para ser furado... [nem venha com conversa, o braço não é o seu].

Contratado

Assinamos o contrato. Agora só nos resta esperar a convocação para o treinamento e passar a atuar. Este ano a coisa parece estar melhor organizada, o que gera expectativas de um censo de qualidade cada vez melhor. Espero sair desses com novos amigos e novas histórias esdrúxulas para contar.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ficando velho

Este fim de semana fui à tradicional Festa de Nossa senhora do Desterro, padroeira de Boqueirão, onde minha família, praticamente, se iniciou. A festa não é mais nem sobra do que foi outrora. O público cada vez mais escasso, em grande parte por conta das atrações que refletem cada vez menos o gosto dos chamados “freqüentadores de festas”. O jeito foi me divertir ao meu modo. Sentamos em uma barraca por trás da igreja [antigamente este local era mal-falado nos 5565 municípios brasileiros] e, entre um gole de Coca-cola e outro ouvíamos a filosofia festeira daqueles que passavam à exemplo da brilhante frase: “Prefiro um ‘murro’ na cara do que uma ‘capacetada’”, não vou comentar isso.

Na manhã seguinte fomos ao açude Epitácio Pessoa, mesmo sem saber nadar é uma das visões que mais me atrai. Estar em família, estar, digamos, em casa é melhor do que atrações faraônicas em festas fantásticas [devo estar, de fato, ficando velho...].