quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011

Bem...

Posso dizer que períodos de férias me deixam um tanto agoniado. As razões são diversas, mas a principal delas é a perspectiva de abertura de um novo ciclo. Por mais que eu tente ser otimista e tenha razões para tal sempre o “mergulhar no desconhecido” se apresenta como um desafio assustador. Esta danação cerebral é agravada pelo fato de que sempre “necessito” de um ano novo melhor do que o anterior, um ano igual é um ano medíocre.
Tive meus momentos gloriosos em 2010, mas nada que se compare ao tamanho do esforço empregado, aguardo, para 2011, um desagravo, uma grande conquista ou que não haja grandes perdas.

Enfim, vinho, música eletrônica e danças sem sentido que nos aguardem... (e que venha 2011)!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Coisa no Objeto

Se um dia me encontrar de short, tênis e camisa suada faça-me o favor de não me parar na rua por mais que cinco minutos. Infelizmente, nem todas as pessoas lêem e, entre as poucas que o fazem, uma parcela mínima realiza esta atividade tomando como referência meu blog...
Era uma Quinta-feira, eu voltava para casa após o cooper, já pensando na tríade: Banho, Janta, UEPB. De repente alguém que não falava comigo há dois anos me para, chorando, para contar um fim de relacionamento.

- E o pior é que, agora, ele acorda e não está nem ai para como estou!

Confesso que não estava prestando muita atenção, afinal odeio ser procurado somente nos momentos de crise, quem sabe um dia quando eu for psiquiatra, por ora só participo, de livre e espontânea vontade, das crises de quem me permite participar dos festejos. Como, neste caso, não tive escolha...

- Ele tem outra, eu sei... Eu sei! Todo Domingo ele ia a minha casa, e agora?

O fato é que, em todas as perdas, o conceito freudiano de Coisa no objeto é visível. Somos tão narcisistas ao ponto de não nos preocuparmos, somente, com a perda do objeto (o outro), mas com a coisa no objeto (aquilo que o outro sentiria falta em nós).
As reclamações da impertinente colega davam conta de que sua falta não é necessariamente do outro, mas de se sentir necessária, falta de fazer falta ao outro. Complicado? Não somos muito diferentes, eu mesmo adoro ser necessário, menos quando estou voltando do cooper...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Membros superiores

Abraço gelado que alivia
O intenso calor da vã agonia
Corta sem dor
e encerra a Dor sem corte
Braços intrépidos que tanto afligem
Quem sou? – Pergunto – Qual minha origem?
E ecoam as palmas
das mãos da morte!

O contrato

É impossível deixar de registrar com perplexidade os fatos acontecidos no Rio de Janeiro, fora a tristeza pelo sofrimento do cidadão de bem carioca; dentre eles, alguns poucos conhecidos meus; observamos a imagem da sede dos Jogos de 2016 e da Copa de 2014 ser afetada no exterior. Afinal quem quer viajar para um território em guerra civil? Este é um ponto!
Por outro lado é interessante pensarmos como Thomas Hobbes, sobre determinado aspecto. No Leviatã, Hobbes postula que em um regime onde todos tem direito à tudo, ninguém tem direito a nada, uma vez que, não existindo limites, ninguém respeitaria o direito de ninguém (tentando fazer o próprio prevalecer), fato este chamado na doutrina hobbesiana de guerra generalizada. Para evitar este problema, os homens devem abrir mão de parte dos seus direitos e entrega-los a uma pessoa, como ninguém abriria mão em benefício de outrem criam o Leviatã, um homem artificial, o Estado!
Cada cidadão entrega parte de seus poderes ao grande Leviatã, esperando que este faça com que os outros cidadãos respeitem seus direitos, se utilizando, inclusive, da força em nome de um bem maior.
Ver a espada do grande Leviatã perseguindo elementos subversivos é um alívio para aqueles que respeitam suas determinações. Espero, entretanto, que o nosso homem artificial continue sua caça e chegue as pessoas que se beneficiam do tráfico e que não moram em morros. Por hora, espada neles gigante!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

XV Semana de Letras

Começa hoje a famosa Semana de Letras da UEPB em Campina Grande. Para alguns apenas uma semana sem aula, para outros o evento de suas vidas, para umas 20 pessoas, só mais um evento local. O fato é que durante uma semana será travado um intenso debate sobre o ensino de língua portuguesa, inglesa e espanhola no Brasil. Como sempre, não criaram um GT só para André Macedo, então enviei um trabalho na área de ensino o qual será apresentado na próxima quarta-feira. Desejo sucesso à organização do evento e espero histórias engraçadas para postar no blog!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Fé em Deus e livros nas mãos

Bem,


Parece que o TCC está pronto. A agonia acabou? Lógico que não! Apresentar o resultado de quatro anos de pesquisa a comunidade acadêmica é algo sério. De certa forma a apresentação é uma prestação de contas, como se você estivesse dizendo à instituição: “Olha, tudo que você me deu foi isso...”.
Terei em minha banca examinadora um cidadão que domina profundamente a teoria que adotei, ou seja, ou saio coberto de glória ou saio coberto de esterco (dramático?). Dramas à parte é muito gostosa a sensação de está encerrando um nível, de está vencendo uma etapa. Adoraria seguir carreira e, estou me preparando para isso há pelo menos três anos. Assim enfrentarei com serenidade todas as etapas da seleção do mestrado, fazendo de mote a frase do sábio Salomão em seu livro de provérbios: “O cavalo se prepara para o dia da batalha, mas a vitória vem de Deus”.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Fim de semestre

Lutando para terminar a graduação, me deparo com alguns dramas que não ouso postar por aqui para não passar por dramático. Devo confessar que este semestre está sendo desgastante demais, mas, como tenho sangue de cavaleiro cruzado, vou à luta até as últimas consequências. Fora este impasse, preparamos o projeto do mestrado, em uma mistura excêntrica de semiótica, música, psicanálise e filosofia [louco é a senhora sua mãe]... Diversão? Bem, ultimamente não sei o que é isso, mas caso passe na seleção de mestrado (e consiga me formar) precisarei (re)criar uma rotina de atividades físicas e recreação [afinal, sou ou não psicobiosocial?].
Por hora tudo são conjecturas e projeções, então, interrompo esta postagem pelo meio e vou à atividade da professora malvada.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Função Fática

Oi, Tudo bem?

Esta pergunta é um exemplo eloquente do que Roman Jakobson definiu como Função Fática da linguagem. Em suma, aquele que a faz não quer saber, de fato, como você está, antes quer apenas estabelecer contato para o seu bel prazer.

- Oi, Tudo bem?
- Não, estou com um Cân..
- Está certo, me empresta a Playboy da Geise Arruda, estou tendo aulas de Photoshop!

Caso esta pergunta fosse mesmo para valer, correríamos este risco:

- Oi, Tudo bem?

- As eleições na Paraíba estão um caos, estou estudando para a prova do mestrado sem saber se estarei habilitado para fazer, estão comprando votos na Zona Leste, a professora de literatura comparada não vai com a minha cara, agrediram Raissa Lacerda, preciso entregar um artigo até o mês que vem, a justiça parece só fiscalizar um dos lados e no fim do mês apresento meu TCC. Fora isso, está tudo bem!
(Qualquer semelhança...)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Cunha Lima

Quase não tenho aparecido por aqui, são reflexos do fim da operação censitária, como também do fim da graduação (esta última, não estou bem certo se termino este ano). Neste meio tempo muita coisa ocorreu na Rainha da Borborema, menciono somente a vitória esmagadora que Cássio Cunha Lima conquistou perante seus adversários. Ricardo Coutinho obteve 130.157 sufrágios, o que representa 64,22% dos votos válidos na Cidade. Cunha Lima ainda foi fundamental na vitória de José Serra e na vitória de Efraim Morais (em Campina Grande), este último lutando contra a mídia, a prefeitura de Campina Grande e o Governo Lula. Neste primeiro turno, pode-se dizer que o grande nome foi o de Cunha Lima, que mesmo com a candidatura contestada pelo judiciário obteve mais de um milhão de votos, desta vez, sem prefeitura e sem governo do estado, para que não se diga que o mesmo detinha meios para fazer uso promocional... Confesso que senti um certo orgulho de ter nascido em uma cidade tão... Enfim, que não se curva perante pesquisas de opinião, muito menos perante a mídia governista.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Twitter

O que posso dizer? Desisti de me tornar Deus [ainda alimento a esperança de me tornar um semideus] e tenho levado uma vida muito interessante me deixando levar por algumas modas. A mais recente foi minha entrada na rede social Twitter. Não posso dizer que é a melhor coisa deste mundo [afinal é complicado competir com a Coca-Cola, o sistema de navegação GPS e com a Lady Gaga], mas a mobilidade, o exercício mental que os poucos caracteres nos obrigam a fazer a cada postagem e o contato com certas personalidades da imprensa, política, do meio artístico e amigos fazem a rede valer a pena. Além, é claro, de estar inserido em mais uma ferramenta de comunicação. Espero, como disse Thiago Leão, aprender a utilizar esta ferramenta [ele utilizou outro termo] para fins pacíficos.

Espiem

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cronos

Bem, há dias não posto mensagem no blog, estava em treinamento para o CENSO e tentando sobreviver ao fim do semestre. Graças a deus sobrevivi (Poderia ter deixado esta mensagem programada). Mas neste intervalo aconteceu muita coisa: Descobrimos que Dunga é um exemplo para a juventude brasileira, afinal, ele não usa craque, agradecemos pela derrota da Argentina, afinal, ninguém merece ver Maradona pelado. O goleiro do Flamengo se entregou a polícia, mais bancos foram assaltados na Paraíba, o PP rachou com a oposição... Enfim, tanta coisa que não dá para se acompanhar, principalmente com as minhas atividades. E a bendita prova de proficiência? Bem, antes de recebê-la fui informado de que a mesma havia sido solicitada pelo departamento de Ciências Agrárias. Já dá para imaginar meu resultado, não? (Milas)
Enfim, agora é treinar os recenseadores e torcer para que o Censo ocorra da melhor forma possível.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Curta

Diferente de Cazuza, todo dia a insônia me convence que eu devo mudar de ramo e ganhar mais.



Ps: O pior é que sequer tenho insônia é, de fato, falta de tempo para dormir.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ideia... Onde estás?

Muita coisa por fazer e nenhuma idéia criativa. É o mal que tem me assolado de dias para cá. Precisando de férias [para adiantar a monografia], sou vitima do calendário acadêmico que se arrastará até, mais ou menos, o dia 10 de Julho. Além do que, Domingo [dia 27] me mudo novamente para o Garden Hotel, onde ficarei até o dia 7 em treinamento. Por falar em dia 7, tenho prova de proficiência [nesta data cabalística] a qual terei que negociar com as autoridades IBGEanas por uma questão de não poder estar em dois lugares...
Por hora, escuto Evanescence e mato o tempo, a espera de uma idéia criativa que mude todo meu drama ou que ao menos chegue o sono.

sábado, 19 de junho de 2010

Saramago!

Morre José Saramago aos 87 anos!

E o mundo lusófono perde o seu maior nome da contemporaneidade em termos de literatura, se Mathias Áires está certo e, a diferença entre nós e os heróis resida no fato de que aqueles estão longe demais para que enxerguemos o seus defeitos creio que, em um futuro não tão distante, estudantes das artes hão de se debruçar com perícia sobre suas obras e ladeá-lo a nomes como Fernando Pessoa e o próprio Luiz Vaz de Camões, afinal este triunvirato contribuiu mais para a língua portuguesa do que todas as reformas ortográficas realizadas até hoje.
Enfim, lamento que a morte não enfrente as dificuldades imortalizadas por Saramago em seu livro As Intermitências da Morte!

sábado, 12 de junho de 2010

Coisa de brasileiro

Fui ao centro da cidade. Meio a contra gosto, mas alguém precisava fazer o depósito. Encontrei o esperado: um exército de namorados/atrasados na busca pelo presente de última hora e, nos super-mercados e bares, exércitos de torcedores secando a Argentina [coisa de brasileiro], me juntei á estes últimos, a Nigéria não nos ajudou, perdeu inumeras oportunidades e los hermanos venceram a primeira. Terça-feira somos nós, certamente exércitos de argentinos vão ás ruas nos secar, será que estas equipes se cruzam? Não sei, sei que já pendurei a bandeira em minha casa, coisa de brasileiro.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Castro Álves:Promessa é dívida

Geralmente uso este espaço para falar de autores paraibanos, mas cumprindo a promessa que fiz ,há mais ou menos uns trinta minutos, aos meus alunos (Estágio) do Estadual da Prata postarei hoje sobre um baiano, O poeta Castro Alves:


Em 14 de março de 1847 nascia na fazenda Cabaceiras, na Bahia, Antônio Frederico de Castro Alves, aos 12 anos perde sua mãe, dona Célia, aos 17 perde o irmão, José Antônio que se suicidou, aos 19 perde seu pai, Sr. Antônio José Alves. Fora isso, contraiu tuberculose, doença que mais tarde o levaria a morte, e, em um acidente durante uma caça atirou contra o próprio pé, tendo que amputá-lo mais tarde.
Mas a vida deste poeta não foi somente de desprazeres em 1863, quando publicou seu poema “Os escravos”, conheceu e se apaixonou pela atriz Eugênia Câmara (de quem foi amante) e, anos mais tarde ás vésperas de sua morte, apaixona-se pela cantora Agnese Trinci Murri.
Sua vida pública foi notável, no ano da morte de seu pai, 1866, ele conheceu Rui Barbosa com quem fundou um clube abolicionista, suas declamações em público encantava as multidões a exemplo da declamação de “Navio Negreiro” em 1868, em uma sessão solene. Em 1871 a tuberculose leva o poeta que, mesmo depois de morto continua falando através de seus poemas.
Como representante maior do Condoreirismo, Castro Alves adotou duas vertentes, a vertente Lírico-Amorosa e a vertente Social, esta última lhe rendeu o título de poeta dos escravos.



Vou parar por aqui! O restante vocês já viram na aula. Segue abaixo o link do poema Navio Negreiro que lhes recomendei a leitura:


Clique aqui: Navio Negreiro

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Efeito Telephone

- Bom dia, Gostaria de um DVD da Lady Gaga.
- Ah, estou sem, mas tenho este da Beyoncé!

Fiquei me perguntando, mas o que este cidadão quer dizer/fazer, será que se eu pedisse um DVD do Lula ele me viria com um DVD da Dilma ou ainda se eu perguntasse pelo DVD de Avatar ele me ofereceria o dos Smurphs [que saudade deste desenho].
Aquele sábado foi salvo por um espetáculo de ballet no teatro Rosil Cavalcanti, a primeira apresentação de um amigo (espero ir a outras). O domingo transcorreu sem maiores novidades: caiu uma leve e rapidíssima garoa, o meu time foi campeão estadual derrotando nosso arqui-rival, hoje, voltando da cidade de Caturité, me deparei com uma carreata de comemoração, incontáveis pessoas esquecendo de tudo em nome de uma paixão, entregando-se a recreação e esquecendo da miséria que é ser humano.
O que será que eles responderiam se eu pedisse um DVD do filme: O presente?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Quando eu crescer...

Como seria a vida de um psicólogo se o mesmo pudesse dialogar, no sentido literal do termo, com Freud? Pois bem, esses dias consegui contato com o principal teórico da semiótica da canção no Brasil. Trata-se do músico e semioticista Dr. Luiz Tatit. Simpático e atencioso o teórico se comprometeu a esclarecer pontos que, para mim, ainda estiverem obscuros em minha pesquisa e sinalizou certa alegria por sua teoria estar sendo útil.

Quando eu crescer quero ser igual a ele.

domingo, 9 de maio de 2010

Influenziado

Após semanas de reflexão decidi enfrentar a vacina contra a gripe H1N1. Afinal, participo de congressos em outros estados e, com minha contratação para o censo, estarei em contato com pessoas das mais diversas regiões.
Com um tanto de medo, fui ao Shopping Luiza Motta, em Campina Grande, onde estava instalada uma base do Dia D, enfrentei a fila...
Recomendo, o troço não dói, a reação varia de pessoa para pessoa e, após a vacina, é só não ingerir álcool por 24 horas (talvez a única coisa ruim da vacina).
Enfim. Tomem a vacina ou morram com uma simples gripe [sem pressão].

sexta-feira, 7 de maio de 2010

De volta!

Bem, como se pode perceber, não tive como postar durante esta semana a respeito de minha estadia no Garden Hotel, em virtude do treinamento dos supervisores do IBGE.
De volta a minha casa, retomo a rotina de um estudante universitário em ano de conclusão de curso e, na segunda-feira, supervisor do Censo 2010. O treinamento ocorreu em um nível altíssimo. Oferecendo, além de todas as instruções necessárias para o inicio dos trabalhos, um conforto fora do comum a mim e aos meus pares.
O hotel é simplesmente deslumbrante: serviço de quarto eficiente, boa comida, tranqüilo, além de seus salões anexos, muitos dos quais fazem parte do Centro de Convenções Raymundo Asfóra [este, integrado ao hotel].
Durante o treinamento me tornei conhecido como André de Caturité (Uma vez que existia mais de um ser na sala com este nome eramos destinguidos pelo nome da cidade na qual trabalharemos). E, após o assalto que houve na Agência do banco do Brasil desta cidade, passei a ser chamado de André de Caturité do Banco assaltado.
Enfim, conheci muitas pessoas com as quais pude trocar experiências e, acima de tudo, considero-me [dentro de minhas limitações] preparado para o trabalho...

E que venha a segunda-feira!



Ps: O hotel é maravilhoso, mas é excelente estar de volta à minha casa.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Bem,

A partir de hoje minha residência oficial é o Garden Hotel, em Campina Grande. Em virtude do treinamento para a operação censitária de 2010, passarei uma semana por aqui, convivendo com outros supervisores, estudando minhas obrigações dos próximos seis meses e vivendo o glamour de estar hospedado no melhor hotel de minha cidade.

Desta vez, tenho a oportunidade de iniciar do início, tendo acesso a este treinamento tão necessário para um bom trabalho no município para o qual fui aprovado. Espero ter tempo de, todo dia, postar detalhes de minha estadia por aqui, por hora, vou tomar banho e trocar de roupa, esta noite teremos uma palestra, uma espécie de aula inicial.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sem camisa

Aproximadamente 16:00h, estávamos em sete, almoçando em um bar no Recife. O detalhe é que havíamos chegado à cidade às 09:45 da manhã, e gastamos 85% deste intervalo procurando o alojamento no qual passaríamos os quatro dias do EREL. Enfim, em meio ao almoço um dizer na parede me chamou atenção: "Não atendemos sem camisa".
O bom senso nos ajuda a interpretar, mas em se tratando de alunos de letras, certamente não seremos censurados se lançarmos a questão:
São as garçonetes que sempre atendem de camisa ou o termo “Sem camisa” individua tantos quantos quiserem ser atendidos sem camisa?
A Mara ainda levantou o questionamento: Se for sem short eles atendem não é? O problema é a camisa!
Gozado, tosco, mas foi um dos melhores momentos do “evento”.

sábado, 10 de abril de 2010

Semana de Humanidades

Bem...

Ainda me recuperando do EREL, mantenho o foco na Semana de Humanidades, da UEPB, à ser realizada no campus da cidade de Guarabira, terei minha primeira publicação com o corpus de minha monografia.
O trabalho chama-se: Com você por perto eu gostava mais de mim: Disjunções e Não-Conjunções na música de Legião Urbana. Nele realizo uma análise semiótica em três peças do Grupo brasiliense nas quais a presença de estados disjuntivos e não-conjuntivos alteram os estados psíquicos dos seus respectivos actantes.
É apenas o início, mas pretendo focar os artigos, daqui por diante, na mesma temática. Amadurecer idéias e, enfim, crescer...

domingo, 4 de abril de 2010

Vadú

Acabo de chegar de Recife, o EREL ocorreu sem maiores problemas, nele pudemos crescer na área além, é claro, de crescer enquanto pessoa. Não vou postar, agora, nada relativo ao evento, mas sim um curto comentário à respeito de um fato de que tive notícia.
Conversando com duas meninas de Cabo Verde fui informado de que o cantor Vadú, fora vitimado há alguns meses em um acidente automobilístico na Ilha de Santo Antão. Fiquei meio que transtornado, é triste ver alguém perder a vida aos 33 anos de idade. E ainda mais quando se está começando a fazer sucesso nos demais países de idioma luso.
Creio que a música de Cabo Verde esteja hoje um pouco mais triste, dirijo à estes meus pêsames por seu irmão ilustre.

domingo, 21 de março de 2010

Anais do EREL 2009

Após quase um ano saiu a publicação dos Anais do EREL 2009. E, para minha surpresa, confeccionaram uma publicação eletrônica e sem ISBN. Solicito aos outros organizadores de eventos que, sempre que forem publicar anais sem ISBN, ao menos o façam em versão impressa. Pois, assim, poderei subtrair um pouco de minha raiva, rasgando-os.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Vocês verão!

A pequena chuva de Domingo e as nuvens que povoam os céus campinenses desde quarta-feira denunciam o fim do Verão, marcado oficialmente para este fim de semana. Nunca aguardei tão ansiosamente o Outono, na verdade aguardei ansiadamente qualquer coisa que se opusesse a este verão tão rigoroso [O que morreu de gente idosa Brasil à fora não está no gibi] .
Não me lembro de uma estação tão quente, o que me faz pensar no seguinte agravante: “Será que nosso inverno será tão rigoroso quanto o verão?”. Só nos resta aguardar, curtir o Outono e rezar direito para que não ocorra o que ocorreu na famosa Súplica Cearense.
Ah... E no caso do Outono de Campina Grande vale, também, observar os Ipês que dona Silvia Cunha Lima espalhou pela cidade durante as gestões de seu esposo à frente da prefeitura. Pouca coisa nesta cidade é tão linda quanto os mesmos.

quinta-feira, 11 de março de 2010

EREL 2010 - Recife

Malas quase prontas... Hoje recebi a Carta de aceite do trabalho à ser apresentado, no Encontro Regional dos Estudantes de Letras, em parceria com Aline Mendes. Trata-se de um estudo do discurso do ex-deputado paraibano Raymundo Asfóra, no qual, o mesmo, homenageia o lendário Argemiro de Figueiredo. Há quase um ano apresentamos, em Feira de Santana-BA, um trabalho cuja temática era a crítica sócio-política na poesia de Jessiêr Quirino. Apesar de ‘minha pesquisa’ se limitar ao estudo de Legião Urbana, sempre que posso, tento levar ao conhecimento da comunidade acadêmica o que é produzido na Paraíba. Tarefa que fica menos complicada por conta das parcerias.

Confesso-me ansioso, a única coisa que me incomoda é a expectativa do calor, afinal se minha Campina está quente... Calcule Recife! Mas conhecer novas pessoas, estreitar laços com às que já conheço e fazer contatos acadêmicos com certeza faz valer a pena qualquer calor...[ao menos à baixo de 45º].

Torço para que a organização obtenha êxito, principalmente no que se refere a segurança, alimentação e na organização acadêmica propriamente dita. A demora nas publicações em alguns desses eventos tem perturbado amigos de outros estados. Enfim, confio na capacidade da UFPE, então vou estudar, pôr bastante Doflex e filtro solar na mala e aguardar.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A+

Meu sangue é A+, agora esta afirmação parece fácil. Mas nem sempre foi desta maneira. Nove horas da manhã: Estou no Shopping Cirne Center aguardando a minha namorada, a qual, uma vez chegando, me acompanhou ao laboratório, chegando lá, pegamos nossa ficha e sentamos até que a mesma aparecesse no painel. Estava com certa coragem até que uma criança, no colo da mãe, iniciou seu espetáculo lacrimal (musicado com seus gritos de: "quero tirar não mãe", que eram cada vez mais constantes) até que a enfermeira apareceu na porta e disse:

- André Luis

Congelei! Mas em fração de segundos o menino e a mãe se dirigiram ao local da coleta (Aquele com o choro ainda mais escandaloso). Passei a invejar o pequeno André, ao menos o sofrimento dele estava por se acabar, ao menos ele podia gritar de medo sem ser censurado pelo olhar coletivo... Ficha 193 – Chegando no balcão sou informado de que o valor que a enfermeira me dera no dia anterior era apenas metade do exame, sai de lá indignado e fomos para casa almoçar. De lá telefonei para o laboratório Centro de Diagnóstico, onde fui informado do valor do exame e que não fechava para almoço. Não deu outra, 12:30 estávamos lá.
Em menos de quinze minutos fizemos minha ficha e tirei o sangue, não perdi o medo de tirar sangue, mas, resta o consolo de que nunca mais o farei com esta finalidade.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Tipo sanguíneo (medo de seringa)

Havia duas pendências que eu precisava resolver até a sexta-feira, uma delas era abrir uma conta corrente, outra era descobrir meu tipo sanguíneo. A segunda atividade é com certeza a mais simples, pagando uma taxa que varia de R$ 8,00 á R$ 15,00 se tem o resultado em aproximadamente uma hora. Seria mamão com açúcar se eu não tivesse problema algum com agulhas. Isso mesmo, tenho aversão a agulhas, injeções e aparatos do mesmo grupo. Tive notícia de um exame dessa natureza no qual somente um pequeno furo no dedo seria suficiente para obter o resultado, pena que, dentro de minhas posses geográficas e financeiras, só disponho da boa e velha seringa.
Abri a conta hoje com todas as vantagens que se possa imaginar, mas... tenho até as 15:00h de amanhã para ser furado... [nem venha com conversa, o braço não é o seu].

Contratado

Assinamos o contrato. Agora só nos resta esperar a convocação para o treinamento e passar a atuar. Este ano a coisa parece estar melhor organizada, o que gera expectativas de um censo de qualidade cada vez melhor. Espero sair desses com novos amigos e novas histórias esdrúxulas para contar.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ficando velho

Este fim de semana fui à tradicional Festa de Nossa senhora do Desterro, padroeira de Boqueirão, onde minha família, praticamente, se iniciou. A festa não é mais nem sobra do que foi outrora. O público cada vez mais escasso, em grande parte por conta das atrações que refletem cada vez menos o gosto dos chamados “freqüentadores de festas”. O jeito foi me divertir ao meu modo. Sentamos em uma barraca por trás da igreja [antigamente este local era mal-falado nos 5565 municípios brasileiros] e, entre um gole de Coca-cola e outro ouvíamos a filosofia festeira daqueles que passavam à exemplo da brilhante frase: “Prefiro um ‘murro’ na cara do que uma ‘capacetada’”, não vou comentar isso.

Na manhã seguinte fomos ao açude Epitácio Pessoa, mesmo sem saber nadar é uma das visões que mais me atrai. Estar em família, estar, digamos, em casa é melhor do que atrações faraônicas em festas fantásticas [devo estar, de fato, ficando velho...].

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Primeira trilha do ano

O que fazer em um dia de domingo, no final das férias, no interior paraibano? Bem, no final do ano passado conheci o ambientalista Aramy Fabrício, que desenvolve vários projetos na área de preservação ambiental na comunidade de Fagundes [separada de Campina Grande por 24 Km].
Entre tantas atribuições Aramy atua como guia de Eco-Turismo, dando todo o apoio logístico aos trilheiros que, por ventura, se aventurarem a desbravar as subidas e descidas fagundenses.
Graças a empresa de ônibus, só pudemos desembarcar em Fagundes às 09:00 da manhã, logo encontramos nosso guia e iniciamos o passeio propriamente dito caminhando em direção ao Caverna Bar, um bar construído sob a pedra.
De lá subimos até a famosa Pedra de Santo Antônio, passando por paisagens belíssimas a exemplo da Barragem que abastece parte da cidade. Após isso, fomos até uma bica que, segundo o guia, traz água da serra os 365 dias do ano [isso quando o ano não é bissexto], só nos demos conta de que havíamos caminhado oito quilômetros quando o guia nos deu esta informação, visto que a paisagem e a assessoria que nos foi dada por Aramy abrandaram a distancia.
Após isso, estudaremos a possibilidade de voltar por lá mais uma vez. Na certeza de uma trilha irada.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Histórias subversivas

Sempre fiz questão de manter um padrão no meu blog, evitando postar palavras de baixo calão, porém acordei meio que transgressor hoje e, em uma conversa com minha namorada e uma amiga, lembrei de duas histórias as quais sempre quis postar, ai vão as mesmas:

História 1

Em um culto de uma determinada igreja em uma determinada praça o mestre de cerimônia ao chamar um bêbado à frente para 'aceitar Jesus' disse:
- Nós vamos orar por você, peça a Deus o que você quiser que Ele vai lhe dar – Nisso ergueu o microfone para o bêbado que sem cerimônia alguma realizou seu pedido.
- Uma 'nêga' bem gostosa pr’eu comer!

História 2

Uma professora, conhecida minha, se vê diante de um problema. Resolver uma briga entre dois alunos e pergunta:
- Porque você bateu no seu colega, Fulano?
Ao que Fulano respondeu:
- Esse... Só por que eu peguei na bunda dele, ele pegou no meu cú!


Peço perdão, afinal este é um blog de família e espero que fique a lição: Não dê a palavra a crianças e bêbados... Ah, as historinhas são verídicas.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Lula, o filho do Brasil

As férias são curtas, entretanto são tempo suficiente para se assistir todos os filmes do Cine Multiplex. Além disso, nos decidimos por uma matemática interessante: Avatar [nem pensar], Sherlock Holmes [lotado], A princesa e o sapo [ainda não estava em cartaz], ou Lula, O Filho do Brasil [era isso ou voltar para casa]. Bem, não voltamos para casa! O filme revela idiossincrasias da vida do Sr. Luís Inácio, causando uma identificação no espectador, fatos trágicos como a morte de sua primeira esposa e filho (Durante o parto), assim como fatos como a consolidação de sua liderança junto à classe trabalhadora.
Só acho curioso o fato do filme ser lançado no início de 2010, ano da sucessão presidencial, homenagear os grandes homens da nossa nação é uma obrigação, porém sem deixar margem a se imaginar outras cositas deveria ser o amior medo daqueles que fazem nossa cultura cinematográfica.
Em tempo: O BNDES liberou um milhão para a gravação de um filme a respeito do mensalão. Será que ele entrará em cartaz em outubro?
Vai saber!
Recomendo o filme do Lula, dês de que seja assistido como qualquer outro filme, e devo advertir aos desavisados de que ele não morre no final.

Caturité, ai vou eu!

Parece que trabalharei em mais uma operação censitária, com a vantagem de ter acumulado experiência, uma vez que trabalhei em 2007 na mesma região, e de ter a oportunidade de começar do começo, pois em 2007 só entrei após decorridos dois meses de censo. Caminhar por aquelas ruas, rever aquelas pessoas e reviver todas as amizades que conquistei naquele município será uma benção divina.
Obter a média 84, me deu o direito de ocupar o cargo de Agente Censitário Supervisor (ACS), que tem por função orientar e supervisionar o trabalho dos recenseadores.Esta conquista, acima de tudo, me dá forças para continuar lutando em 2010 e acreditando que, nas palavras de Mr. Obama, “sim, nós podemos”!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Entre os escombros

Uma vez Chales Xavier [aquele mesmo dos x-men que parece com o Herbert Viana] afirmou que: “É incrível o que é possível construir a partir das cinzas da catástrofe”. Dentre as imagens chocantes da catástrofe no Haiti, vejo pessoas solidárias a exemplo do empresário brasileiro que foi para lá ajudar na remoção dos escombros dizendo que caso salve uma vida já valerá a viajem. Finalmente sinto um pouco de orgulho do país em que vivo. Sim, os soldados que voltarão mortos para o nosso país estavam em missão de paz e não eram odiados pela população. Esses sim podem ser chamados de heróis brasileiros (Diferente de outros exércitos que perdem seus homens em guerras vãs).

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

2010 - O ano

Inicia-se 2010, talvez, para mim o ano de maiores desafios, até então. Preciso, em um ano, tomar decisões que afetarão toda minha vida, e, o pior, ouvindo doutores em tudo dando sugestões absurdas [alguns sem habilitação para tal]. Mas que importa minha vida! É ano de copa do mundo e teremos uma oportunidade sem precedentes de conhecer uma África diferente da que estamos acostumados a ver na televisão. E a África do Sul, por sua vez, terá uma oportunidade impar de “vender o seu peixe” [ainda passo uma semana no continente africano...].

E as eleições Estadual e Federal? Lula transferirá seus mais de 80% de aprovação para o seu sucessor? O PSDB conseguirá uma estratégia para eleger José Serra? Sobre a eleição no meu Estado não ouso nem levantar questões, pois não caberia na postagem. Enfim 2010 parece não ser só um grande ano para mim, mas para toda a nação brasileira. Em todos os casos posso dizer como o sábio Salomão: “Pese, Deus, em balanças fieis a mim e a meus adversários e dê a justa paga a cada um de nós”. Será que todos quantos se digladiarão em 2010 podem dizer isso?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Bebamos vinho, troquemos abraços e dancemos...

Se inicia mais um ano!