quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Primeiro candidato a sómbolo da Confraria do War

A sociedade Confraria do War, já tem um primeiro candidato a símbolo oficial. Por medida de segurança seu autor deve ser mantido em sigilo, assim como os dos demais candidatos.

As espadas cruzadas representam, nas palavras de nosso desafeto comum, o beligerantismo da disputa, formando na parte inferior um triangulo maçônico. A parte superior temos o orbe terrestre sustentado pelas espadas, uma representação do prelo pela disputa mundial, como se a força bélica (armas) e ideológica servissem de bases para a conquista e equilíbrio terrestre.
O detalhe é que a imagem perdeu um pouco em qualidade uma vez que esta teve que ser reduzida para a hospedagem, mas dá para ter uma ideia da Original.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

E não é que a justiça vê!

Jurisprudência parece algo engraçado, pelo menos na infância me valia muito deste recurso, mesmo que involuntariamente. Sempre que me reclamavam alguma coisa errada eu buscava em meu arquivo pessoal se alguém já havia feito algo parecido e havia sido tratado de forma mais amena, e, mesmo sem me justificar terminava por receber tratamento igual.
Mas para a justiça de certo estado, em um determinado país isto não existe. Crimes cometidos num passado não distante são coisas normais e corriqueiras, mas “acusações” de coisas similares são punidas. Parece que não importa muito se a ação é crime ou não, mas sim quem a comete.
Resta aos habitantes daquele tal estado ao menos a certeza que sua justiça não é lá muito cega.

domingo, 11 de novembro de 2007

Prima Vera

Quando a primavera chegar não vão caber em minha casa mais pessoas do que as que nela estão hoje, as pessoas têm uma mania estranha de não pararem no jardim enquanto ele não tem flores. Não querem aguar, adubar, podar... Mas quando ele está florido, ah as pessoas querem entrar, sentar, levar flores para casa.
O incrível disso tudo não é o mal-caratismo dos “ladrões de flores”, afinal admirar crimes é fazer apologia aos criminosos e estes não merecem que se-lhes faça menção. O interessante é o trabalho incessante de pessoas que mesmo vendo as plantas secas conseguem trabalhar na esperança de ver o jardim mais belo. Pessoas assim só podem ter os olhos de Deus, uma vez que o Cantor kim disse com muita propriedade: “Nos galhos secos de uma árvore qualquer, onde ninguém jamais pudesse imaginar o Criador vê uma flor à brotar”
Não que meu jardim seja o paraíso, mas tomando emprestada a frase do apostolo João e adaptando-a ao meu discurso [conheço gente que faz pior, aqui é só para ilustrar]: “Ficarão fora os cães e as prostitutas”...kkkk

domingo, 4 de novembro de 2007

Parei de falar de política

Esses dias estava ouvindo a conversa alheia, habito comum nas instituições de ensino superior brasileiras, principalmente no intervalo entre uma aula e outra quando costumo tomar café com uns amigos, mas consigo dividir minha atenção entre os viciados em cafeína e os outros grupos. quinta-feira eram os “intelectuais de esquerda” [parece uma antítese, não é?], era interessante a atribuição dos critérios: suposta [visto que nada está provado] corrupção no Governo FHC quanto a emenda da reeleição é um crime digno de apedrejamento, mas o mensalão não. A Cassação de um governador tucano foi “o orgulho da Paraíba, visto que deu o exemplo”, mas a manutenção de pessoas no exercício do poder cujas provas contra si são vídeos também é justa. Quando alguém reclama das taxas de juros do governo Lula eles dizem “você é um reacionário da elite opressora que não quer que os pobres sejam beneficiados”, mas falam do arrocho fiscal do governo FHC sem levar em consideração as crises do México, de Hong Kong, da Argentina entre outras, isso para não mencionar os ataques ao World Trade Center, fato este que elevou o dólar a quatro reais e abalou a economia de todo mundo.
Tenho que parar com isso, vou deixar de falar de política, deixarei isto para os gênios de plantão.