quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Mais perto do que longe

Hoje passei a manhã com o poeta Manoel Monteiro, conversamos sobre a poesia popular nordestina, pude aprender um bocado. A Publicação de meu cordel está mais perto do que nunca. Ele teceu algumas críticas e mostrou pontos que podem ser melhorados. Estes estão sendo trabalhados e espero na data de meu aniversário estar com ele pronto.
Já para a noite o programa é menos formal (E a compania...)

domingo, 19 de agosto de 2007

Fim de semana

Sexta-feira dia 17 de Agosto de 2007

Terminou de fato o meu trabalho em Caturité, sou péssimo com despedias, algumas pessoas me abraçaram, uns velhinhos falaram de meu bisavô e de meu avô uns conheciam, outros ouviam falar. Despedi-me de algumas pessoas como se fosse voltar, mas a verdade é que dificilmente volte lá novamente [a menos que...], ficam as lembranças dos dias em que cheguei lá com medo [e tinha razões], fiz amigos, conheci meninas bonitas, umas deram atenção, outras nem me notaram, umas falaram comigo dês de minha chegada, outras esperaram o último dia [algumas nem isso]... Esta é a vida...
Estou com muitas saudades de tudo e de todos em especial: de meus colegas de almoço Cabo Chagas, Cabo Nascimento, Sargento Benedito, Adriano Cagepa, dos secretários Jair (agricultura) e Gilberto (educação), de minhas amigas Danny e Rosinha que sempre me deram atenção e de outras pessoas que por questões de segurança não vou me reportar nominalmente. Espero voltar a Caturité. Resta-me o conforto de sair de cabeça erguida deixando apenas lembranças boas aos que me conheceram.

Sábado dia 18 de Agosto de 2007

Ontem fui a o casamento de um amigo com quem brinquei de futebol na infância, essas coisas são engraçadas, pois nos dão à noção exata de que o tempo está passando [parece que vinte e três anos são realmente muito tempo]. A cerimônia foi impecável e ele chorou durante toda ela. Parecia aquele menino que na infância chorava por necessidades infantes só que agora chorando como um homem pela emoção de algo pelo qual realmente vale a pena chorar. Voltei pra casa com um desejo e uma certeza...
O desejo que eles sejam felizes e a certeza que estou ficando velho deveras.
O que será que o domingo me reserva?

domingo, 12 de agosto de 2007

Anacronia

Ia eu para a casa de minha irmã estudar um pouco de Latim e finalizar o Emule que baixava alguns arquivos para mim... Boom! Uma porcaria de um transformador estoura deixando metade do bairro da liberdade sem energia elétrica. Pensei em conspiração do acaso, fiquei com raiva. Depois sentei um pouco e vim para uma Lan Hause na parte “eletrificada” da Liberdade, barulhos ensurdecedores de fogos de uma procissão e crianças mal-educadas (essas extremamente barulhentas e gasosas) fazem da estadia da lan Hause um inferno (os mal-educados deveriam ir perdendo, gradativamente, a voz e as flatulências deveriam ter cor).
Namorar na falta de luz seria bom, mas estou sem namorada... Comer churrasco (às vezes felino) e beber coca-cola com os amigos, talvez. Mas meus amigos estão longe e estou sem dinheiro. È a eterna anacronia das coisas... O que fazer? Não perguntarei a Ana Cristina César, nem ao palhaço Pipoquinha...